Estou com frieira nos pés. Eu sei que é cafona, que é coisa de pobre, que é a decadence sem nem um pinguinho de elegance. Justo eu, que nunca tive espinha, furunculo (ou “furunfo”, como aquele célebre paciente do meu espetacular, sensacional, tudo de bom amigo AJUG), essas coisas de pobre. Mas agora ganhei uma frieira. Isso que dah tirar os pés das meias soh pra tomar banho de manha e de noite. E o pior: nao é a primeira vez. A primeira vez foi em Chiavari, e a Syrléa me salvou com uma pomadinha de pobre. Mas eu aqui nao tenho pomadinha nenhuma. Vou ter que esperar a frieira passar. Mas o (circunflexo) bichinho pra incomodar, credo…